Pages

Mostrando postagens com marcador Gabriela Monteiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gabriela Monteiro. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 11 de junho de 2013

Troca de Perfilado - Gabriela Monteiro


Perfilado: Giuseppe Murlo  

Acredito que todas as pessoas são interessantes e garantem bons perfis se vistas de perto. Porém, não é o caso do meu perfilado. Giuseppe Murlo é interessante de perto e de longe sem fazer muito esforço: fala de suas grandes aventuras na segunda guerra mundial, na qual lutou e defendeu sua Itália amada, como quem conta como foi seu dia. E isso é só o começo.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Escolha de Perfilado - Gabriela Monteiro

Perfilado: Alexandre Ferreira.

Diretor de teatro, ator, coordenador de arte em colégios juvenis e pai de família, Alexandre Ferreira merece ser perfilado pelo simples fato de ser apaixonado por tudo que faz. Paixão essa que Alexandre insiste em dizer ser imprescindível em qualquer momento dessa vida. Além disso, sensibilidade é o seu forte, ainda que isso soe como uma antítese. Enxergar além do superficial e usar da arte como forma de expressão torna meu professor de teatro uma das pessoas mais incríveis que já conheci.

terça-feira, 12 de março de 2013

Pauta Temática 1 - Gabriela Monteiro


1-       Quero propor a seguinte reportagem temática 3 linhas
Minha pauta seria a respeito de como as indústrias de brinquedos se utilizam de conceitos estruturais para vender seus produtos. Um exemplo é vender instrumentos domésticos para as meninas e carros para meninos, ou até mesmo a separação de cor entre rosa e azul a partir do sexo.
2-       Estou propondo-a com base nos seguintes fatos e/ou percepções 5 linhas
Recentemente, um pai gravou sua filha (chamada Riley) no supermercado questionando o porquê ela tinha de comprar uma boneca e não um super herói, o que me instigou a prestar mais atenção do que já prestava no assunto. As diferenças que são feitas entre o gênero na fase infantil é explícita em cores, representações e até nas músicas da propaganda televisiva de cada.
3-       O que eu tenho muita curiosidade de saber? 5 linhas
Gostaria de saber se os próprios fabricantes desses brinquedos sabem do poder que eles exercem no subconsciente de uma criança que ainda está com o seu caráter em formação, ou se eles próprios foram educados dessa forma e não percebem o que estão fazendo. Gostaria de analisar também os efeitos práticos que essa diferenciação atinge, analisando os nossos pequenos consumidores de perto.
4-       Se fosse começar tudo por uma pergunta bem aberta, qual pergunta eu me faria? 2 linhas
Será que essa segregação precoce realmente explica muito do machismo que, mesmo camuflado e mais discreto, ainda revigora muito nos dias de hoje?
5-       Que fontes (obras e pessoas) poderiam me ajudar a repondê-la? 4 linhas
Superficialmente falando, poderíamos analisar as percepções que o blog de Skepchick nos trás como os conceitos de femmephobia (uma subconcepção do sexismo que entende que tudo ligado à feminilidade é inferior), e mais afundo poderíamos até alcançar a profunda filosofia de Simone de Beauvoir e seu feminismo onipresente.
6-       O que acho que há de especial nesta minha proposta? 3 linhas
Movimentos feministas são cada vez mais constantes atualmente já que essa consciência foi adquirida há pouco. Porém, muito do que se fala não passa do superficial. Acho interessante analisar o problema de suas raízes para então concluir fatos concretos.
E agora com mais detalhes:
7. Qual o foco?  Brinquedos como formadores de caráter.
8. Qual o tema? Brinquedos segregadores.
9. Qual o viés? Questões estruturais que continuam a ser conservadas para que o sexismo não se perca ao longo do tempo.
10. Quais as fontes para eu consultar/conversar? Por ser uma pauta com efeito prático, analisar principalmente o público alvo: as crianças. Conversar também com os fabricantes de brinquedos além de utilizar uma extensa bibliografia sobre o assunto em suma: machismo X feminismo.
11. Quem seriam os potenciais personagens (se a reportagem for da modalidade narrativa)? As crianças já que são os consumidores neste caso.
12. O que preciso pesquisar/estudar para me manter informado? É interessante estudar a forma de absorção das crianças em relação a diversos assuntos, e este principalmente. Manter-me sempre informada sobre mudanças como brinquedos inovadores (unissex, talvez) ou, novamente, algum mini consumidor que não se conforme com a situação como a Riley, inspiração para esta pauta. Fora isso, os textos de praxe em torno do preconceito.
Gabriela Monteiro – 2ºJOA