Invenções mentais
Blog do 2º ano (turma A) de Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero orientado pelo Professor Sergio Vilas-Boas responsável pela disciplina "Jornalismo Básico II" com ênfase em reportagens especiais.
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domingo, 16 de junho de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Escolha de Perfilado - Marina Panizza
Perfilado: José Fernando Amaral
Zé Fernando está na cadeira de rodas há 13 anos. Aos 46
anos, caiu do telhado do escritório onde trabalhava – aproximadamente 4 metros
de altura – e fraturou a coluna cervical e rompeu a medula. Tornou-se
tetraplégico. Com exceção de alguns movimentos leves dos braços, ele não
movimenta nada abaixo do pescoço. Apesar da limitação física, ele continua
trabalhando com o que sempre gostou: arquitetura e marcenaria. Consegue mexer
no computador através de uma adaptação nas mãos, faz desenhos e projetos de
arquitetura no Autocad. Possui aprendizes de marcenaria, orientando os
trabalhos e ensinando técnicas utilizando apenas a instrução verbal. José é dotado
de muita inteligência e muita didática. Um homem paciente e vitorioso. Não perdeu
a sabedoria e a esperança de viver mesmo sofrendo duras provações.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Reportagem Temática - Marina Panizza
Insegurança na cidade grande
O medo afeta cada vez mais a vida das pessoas que vivem em cidades
violentas
terça-feira, 12 de março de 2013
Pauta Temática 1 - Marina Panizza
Marina Quintas Panizza 2ºJOA
1-
Quero
propor a seguinte reportagem temática:
Uma reportagem
que aborde o tema do medo. O medo que certas pessoas sentem do visível, do
invisível; medo, para muitos, inexplicável. Quero analisar como é o convívio
dessas pessoas com seus medos, e como o medo chega até o sério ponto de se
tornar uma síndrome do pânico. Desejo mostrar que os medos não são
necessariamente combatidos quando as pessoas deixam de ser crianças.
2-
Estou
propondo-a com base nos seguintes fatos e/ou percepções:
Percepções
pessoais levaram-me a pensar como as pessoas que possuem medos profundos se
sentem na cidade de São Paulo, cada vez mais violenta, onde muitas pessoas são
pouco compreensíveis com o assunto.
3-
O que
eu tenho muita curiosidade de saber?
Gostaria de
descobrir se o medo aumenta numa cidade como São Paulo, se existe alguma cura
para esse problema e quais são os tratamentos possíveis. Gostaria
principalmente de observar o lado dos “medrosos”, como é sentir medo, muitas
vezes sem saber o que fazer para superá-lo.
4-
Se
fosse começar tudo por uma pergunta bem aberta, qual pergunta eu me faria?
Eu me faria a
seguinte pergunta: “O que é ter medo de alguma coisa?”
5-
Que
fontes (obras e pessoas) poderiam me ajudar a respondê-la?
Eu poderia
entrevistar psicólogos especializados na área, líderes de algumas religiões,
pessoas que possuem medo profundo de alguma coisa, pessoas que convivem com
esses indivíduos “medrosos”.
6-
O que
acho que há de especial nesta minha proposta?
Minha proposta é
especial porque irá tratar o assunto de maneira ampla, observando o ponto de
vista daqueles que têm medo e daqueles capazes de lhes propor um tratamento;
não vai apontar apenas para o sentido médico do tema.
7-
Qual
o foco?
O foco é
analisar o medo na vida das pessoas em uma cidade grande, no caso, São Paulo.
8-
Qual
o tema?
O tema é saúde.
9-
Qual
o viés?
O viés abordado
é o da qualidade de vida.
1-
Quais
as fontes?
As fontes são
personagens que possuem medos, pessoas que convivem com esses portadores de
medo, psicólogos que poderão explicar o medo e propor algum tratamento médico e
líderes religiosos e espirituais que poderão dar uma explicação mais
transcendental à questão do medo e também propor tratamentos alternativos.
1-
Quais
os potenciais personagens?
Os potenciais
personagens são pessoas que possuem algum tipo de medo profundo. Medos mais
concretos, como assaltos, acidentes ou machucados, e medos mais “invisíveis”
como medo de chuva, de escuro, de fantasma ou medo da morte. Crianças e
adolescentes podem ser abordados, mas o essencial seriam adultos que possuem
medo, pois são eles que vivem no “mundo real” e ainda sofrem ao pensar em
algumas coisas.
--
O que
devo pesquisar?
Devo pesquisar o
numero de adultos que possuem algum tipo de síndrome do pânico ou que fazem
algum tratamento para medo, as causas para se ter medo, e os tratamentos que
podem ser utilizados para ajudar a pessoa a ter uma vida melhor.
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