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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Escolha de Perfilado - Marina Panizza

Perfilado: José Fernando Amaral

Zé Fernando está na cadeira de rodas há 13 anos. Aos 46 anos, caiu do telhado do escritório onde trabalhava – aproximadamente 4 metros de altura – e fraturou a coluna cervical e rompeu a medula. Tornou-se tetraplégico. Com exceção de alguns movimentos leves dos braços, ele não movimenta nada abaixo do pescoço. Apesar da limitação física, ele continua trabalhando com o que sempre gostou: arquitetura e marcenaria. Consegue mexer no computador através de uma adaptação nas mãos, faz desenhos e projetos de arquitetura no Autocad. Possui aprendizes de marcenaria, orientando os trabalhos e ensinando técnicas utilizando apenas a instrução verbal. José é dotado de muita inteligência e muita didática. Um homem paciente e vitorioso. Não perdeu a sabedoria e a esperança de viver mesmo sofrendo duras provações.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

terça-feira, 12 de março de 2013

Pauta Temática 1 - Marina Panizza


Marina Quintas Panizza     2ºJOA

1-      Quero propor a seguinte reportagem temática:
Uma reportagem que aborde o tema do medo. O medo que certas pessoas sentem do visível, do invisível; medo, para muitos, inexplicável. Quero analisar como é o convívio dessas pessoas com seus medos, e como o medo chega até o sério ponto de se tornar uma síndrome do pânico. Desejo mostrar que os medos não são necessariamente combatidos quando as pessoas deixam de ser crianças.

2-      Estou propondo-a com base nos seguintes fatos e/ou percepções:
Percepções pessoais levaram-me a pensar como as pessoas que possuem medos profundos se sentem na cidade de São Paulo, cada vez mais violenta, onde muitas pessoas são pouco compreensíveis com o assunto.

3-      O que eu tenho muita curiosidade de saber?
Gostaria de descobrir se o medo aumenta numa cidade como São Paulo, se existe alguma cura para esse problema e quais são os tratamentos possíveis. Gostaria principalmente de observar o lado dos “medrosos”, como é sentir medo, muitas vezes sem saber o que fazer para superá-lo.

4-      Se fosse começar tudo por uma pergunta bem aberta, qual pergunta eu me faria?
Eu me faria a seguinte pergunta: “O que é ter medo de alguma coisa?”

5-      Que fontes (obras e pessoas) poderiam me ajudar a respondê-la?
Eu poderia entrevistar psicólogos especializados na área, líderes de algumas religiões, pessoas que possuem medo profundo de alguma coisa, pessoas que convivem com esses indivíduos “medrosos”.

6-      O que acho que há de especial nesta minha proposta?
Minha proposta é especial porque irá tratar o assunto de maneira ampla, observando o ponto de vista daqueles que têm medo e daqueles capazes de lhes propor um tratamento; não vai apontar apenas para o sentido médico do tema.

7-      Qual o foco?
O foco é analisar o medo na vida das pessoas em uma cidade grande, no caso, São Paulo.

8-      Qual o tema?
O tema é saúde.

9-      Qual o viés?
O viés abordado é o da qualidade de vida.

1-   Quais as fontes?
As fontes são personagens que possuem medos, pessoas que convivem com esses portadores de medo, psicólogos que poderão explicar o medo e propor algum tratamento médico e líderes religiosos e espirituais que poderão dar uma explicação mais transcendental à questão do medo e também propor tratamentos alternativos.

1-   Quais os potenciais personagens?

Os potenciais personagens são pessoas que possuem algum tipo de medo profundo. Medos mais concretos, como assaltos, acidentes ou machucados, e medos mais “invisíveis” como medo de chuva, de escuro, de fantasma ou medo da morte. Crianças e adolescentes podem ser abordados, mas o essencial seriam adultos que possuem medo, pois são eles que vivem no “mundo real” e ainda sofrem ao pensar em algumas coisas.

--   O que devo pesquisar?
Devo pesquisar o numero de adultos que possuem algum tipo de síndrome do pânico ou que fazem algum tratamento para medo, as causas para se ter medo, e os tratamentos que podem ser utilizados para ajudar a pessoa a ter uma vida melhor.